Monday, August 22, 2005

João do Rio

Por R. Trovão

João do Rio, além de gordo, homossexual e mulato, era um exemplo típico de carioca, raça odiosa que vive entre a praia e a montanha, encurralada numa vidinha ridícula e boêmia desde que se mudou a capital. Pois me diga, tem coisa mais incômoda do que estes boêmios que ficam querendo cativar todos com toda sua lábia e simpatia? Todo boêmio é simpático, a droga da bebida faz com que tenham um tato interpessoal magnífico, é como mágica, encanto jamais usado para o bem. Se não está dando em cima de sua mulher, com toda aquela fala mansa, interessada e divertida, está dando em cima de você, porque não passa de um viado ébrio, exatamente como o João do Rio. Esses seres repugnantes não conseguem controlar seus instintos e não arranjam parceiros para a vida toda. Ficam vagando de namorico em namorico, flertando aos borbotões, perdendo os padrões, sem jamais achar estabilidade, insuportáveis que são a seus companheiros, que logo os largam em suas vidas desprovidas de verdadeiro afeto. Por isto estão sempre tão carentes; no fundo toda essa simpatia que mostram é carência. Pois vá se masturbar num beco escuro qualquer, maldito bêbado, e passe sua vida a vagar pelas ruas da madrugada, trôpego com sua roupa suja do esperma solitário que jamais encontrará um útero que lhe traga uma família e um lar. Claro que passará a criticar a família e os valores da cultura monogâmica e conservadora ocidental em seus discursos revolucionários, mas só fará isso porque, no fundo, é o que anseia desesperadamente e sabe, em seu total desespero, que não deve tomar o mundo por si, totalmente sem norte, descontrolado que é, mas toma porque não admite ser de uma estirpe inferior. Esses cariocas típicos são uma vergonha, meu leitor, não passam de um tumor cerebral de nossa intelectualidade flamenguista. Já vi casos como o de João do Rio e o da senhora sua mãe; sinceramente acho que a sua situação eu resolveria com um tiro no meio da testa, da mesma forma que fazem com os bois no abatedouro. Fique assim, fazendo pose com uma mão na cintura e outra na nuca me olhando de banda, isso assim, para que eu execute logo a higienização.